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[Resenha] Eu Perdi o Rumo, de Gayle Forman

É uma história que une três pessoas que se sentem perdidas, mas que vão descobrir que não estão sozinhas.

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Acreditar não é um privilégio



São coisas que só acontecem em novelas, mas bem lá no fundo, naquele cantinho escondido, porém cheio de romantismo e esperança, acreditamos que pode acontecer. Que vai acontecer. E não adianta vir com essa de que só mulheres gostam de imaginar finais felizes ou que somos sonhadoras demais para enfrentar a realidade. Bobagem isso.

Sonhar não é um privilégio nosso, da mesma forma também não é um defeito. A única diferença é que por vezes as mulheres são capazes de demonstrar, de falar sobre os seus sonhos sem medo, com a esperança de que podem tornar realidade. A maioria de nós não perdeu o brilho que toda criança tem ao descobrir algo novo, ao acreditar nas histórias que ouvem. Não aprenderam a desconfiar das coisas boas da vida.

Enquanto isso muitos homens aprendem a viver com que o universo apresenta a sua frente. Sem discutir, sem arriscar mudar o caminho e enfrentar o desconhecido. Aprendem a estar próximo da realidade, com os pés no chão. E aqui deixo de lado a separação entre sexos, até porque não é o objetivo desse texto. O que quero dizer é que seja homem ou mulher, essa é a realidade de muitos. Também não me orgulho ao dizer que faço parte desta parcela desacreditada da vida.

Não criar expectativas não é um privilégio, com também não é um defeito. São pessoas cheias de regras, de conceitos, que aprenderam – por vezes da forma mais difícil – a não esperar demais, a não querer demais. É uma maneira segura de acreditar na vida e até mesmo de sonhar.

@oventodoleste