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Elementar, meu caro Watson
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Deixe que eles queimem tudo

Imagem/Fonte Freddy Kearney

“Os que não constroem precisam queimar. Isso é tão velho quanto a história e os delinquentes juvenis.” (Fahrenheit 451)

Nos últimos dias, as redes sociais começaram a espalhar a notícia sobre as grandes empresas de tecnologia destruindo livros para alimentar o conhecimento da Inteligência Artificial. Se você ainda não se deparou com essa informação, o que aconteceu é que empresas de inteligência artificial estão comprando livros físicos, digitalizando o seu conteúdo e destruindo os exemplares após a digitalização, a fim de utilizar as cópias digitais para treinar a IA.

Nos Estados Unidos, a Justiça abriu precedentes ao decidir que é um direito da empresa Anthropic utilizar os livros da forma que preferir após comprá-los legalmente. Aqui abrimos um parênteses, pois a decisão foi tomada após um acordo de US$1,5 bilhão, pois o processo aponta que a Anthropic adquiriu cerca de 500 mil livros através de sites piratas.

A decisão também incitou a discussão sobre os direitos autorais dessas obras, uma vez que fica entendido que as empresas poderão controlar o uso desses dados digitalizados sem o conhecimento dos autores.

Segundo as reportagens, houve um aumento significativo na compra de livros raros e fora de catálogo pelas grandes empresas de tecnologia  Ou seja, livros raros sendo destruídos para alimentar modelos de inteligência artificial. Livros que nunca mais voltarão de forma integral para a sociedade. Livros que, essas empresas, passam a controlar o acesso que teremos ao seu conteúdo, uma vez que a IA não fornece o seu conteúdo integral ao ser solicitado, ela responde apenas com base na análise realizada em cima das informações consultadas.

Se tudo isso não preocupa você, pense: grandes empresas controlando o que você vai consumir, limitando as informações que você terá acesso sobre determinados assuntos. Você perde o direito de escolha a partir do momento que o teu direito de ter acesso a aquele conteúdo foi tirado de você.

Isso me remete muito a grandes distopias que encontramos na literatura. Como por exemplo, Fahrenheit 451, um dos maiores e melhores exemplos do que a tecnologia pode fazer com a sociedade. Nele somos apresentados a um mundo onde os livros são proibidos, onde o governo decide quais informações você terá acesso e bombeiros são responsáveis por queimar todo e qualquer livro que encontram.

E assim voltamos à citação que abre essa postagem, uma analogia à situação atual. Quando a IA e as empresas que a controlam não conseguem construir informações, elas  começam a destruir toda e qualquer fonte de conhecimento que encontram para tornar seus modelos de inteligência artificial a única fonte de saber, a detentora de todas as informações que um dia você poderá ter a curiosidade e a necessidade de consultar.

Lembre-se de que, quando já tiverem destruído tudo o que julgam necessário, o que restará? Afinal, “você não precisa queimar livros se o mundo começa a se encher de gente que não lê, não aprende, não quer saber, não é mesmo?” (Fahrenheit 451)


Reportagens consultadas para construir esse post:

Dez dias e nenhuma lembrança

Os últimos dias passaram como um borrão. Enquanto escrevo, tenho dificuldade em lembrar do que fiz, do que ocupou o meu tempo. Lembro de ter lido bastante (coisa que não acontecia há alguns meses), mas foi apenas isso? Não que eu esteja diminuindo o fato de ter passado horas lendo, mas, na minha cabeça, não foi o suficiente para preencher os dias que passaram.

Quando vi, o meu aniversário chegou sem aviso. Parece que foi ontem que escutei os fogos em comemoração a virada do ano. Agora, já estamos em julho! Meio ano passou sem me dar conta. Logo logo chegará o fim do ano com a mesma facilidade e rapidez que chegamos até aqui. O que está acontecendo com o tempo ultimamente? Tive essa mesma impressão no ano passado. Essa rapidez me assusta.

Comprei alguns livros no Prime Day, da Amazon. Fazia um bom tempo que eu não gastava tanto com livros. Pode parecer consumismo da minha parte, mas a felicidade de receber livrinhos novos, que há tempos eu queria, é insubstituível. Também aproveitei para comprar um kindle novo. Me arrependi no momento em que concluí a compra, rs. O kindle que eu uso ainda está funcionando bem (um pouco lento, mas funciona bem). Isso sim pareceu consumismo da minha parte. Mas decidi ficar com ele mesmo assim. Deixei o kindle antigo com a minha irmã. Por algum milagre, ela anda lendo algumas coisas, então, quem sou eu para impedir que ela continue lendo? Que permaneça assim, amém!

Cheguei aos 33 anos. Meu aniversário, no dia 3, foi trabalhando. Era o meu dia no presencial e foi o maior desafio para a vida de uma pessoa tímida desenrolada. Foi um saber que era meu aniversário e todos pararam para me cumprimentar e cantar parabéns. Não sabia onde me esconder para fugir daquilo. Entenda, não tenho problema com aniversários, mas sou uma pessoa que prefere passar despercebida. Não gosto de chamar a atenção. Então, toda a comoção que gerou, me deixou com vergonha. Fora isso, foi um dia bom, tranquilo quando comparado ao restante daquela semana.

Enfim limpei a minha estante. Fazia dois meses que não dava uma boa limpada nela. Estava preocupada com a situação dos meus livros e criei coragem para tirar tudo das prateleiras e limpar. Foram três horas gastas (e acho que foi mais rápido do que das últimas vezes), mas a sensação de ver tudo limpo é maravilhosa. Na minha opinião, é o único inconveniente de ter tantos livros em casa.

Essas são as coisas de que me lembro dos últimos dias. Tenho tentado me manter mais ativa nas redes sociais para divulgar o conteúdo do blog, mas acho que perdi a prática. Em todo caso, você pode me acompanhar por lá também. Quando eu sumo daqui, estou por lá.

É isso. Estou aproveitando que o meu ritmo de leitura parece ter voltado e tenho lido bastante. Logo saí mais resenhas aqui no blog.

Até o próximo post.

Um clube do livro & piquenique com flores

Oi! Como você está?

Não faz muito tempo, conversamos um pouco sobre fazer parte de um Clube do Livro, se ainda era algo que valia a pena nos dias atuais (dá uma passadinha lá no post clicando aqui). Hoje, quero conversar com você sobre o último encontro do clube que faço parte há quase dois anos e tem me inspirado pouco a pouco.

O Sweet Daisy é um Clube do Livro feito por mulheres e para mulheres, onde, desde o início, busca resgatar os encontros presenciais e o espírito de comunidade que só um clube literário pode inspirar.

Eu entrei para o clube em meados de 2024, depois de esbarrar nele através de um vídeo no TikTok. Na época, eu estava procurando por um lugar onde pudesse reviver as conversas literárias que costumavam acontecer antes da pandemia. Aqueles encontros presenciais, caóticos e com muitas risadas faziam uma tremenda falta para mim e eu ainda acredito que, muitos dos que viveram àquela época, não se adaptaram completamente à mudança para reuniões virtuais. Simplesmente não são a mesma coisa.

Desde então, eu confesso que tenho participado mais dos encontros do que, de fato, lido as leituras mensais. Há meses onde não consigo engatar nenhuma leitura e decido não me obrigar a terminar um livro apenas pelo prazer de dizer que a leitura foi finalizada. Ainda assim, estou presente nos encontros, uma vez por mês, para as conversas mais aleatórias possíveis. Apesar de sermos um clube literário, na maior parte do tempo, os encontros são recheados de assuntos do dia-a-dia, momentos constrangedores, seguidos de muita risada.

Há dias que os encontros acontecem em cafeterias, em cantos diversos de São Paulo. Outros, acontecem na casa de alguém do grupo. Já viajamos por cada canto da cidade e pela área metropolitana que aprendi a reconhecer rapidamente as linhas de trem e metrô daqui.

Neste domingo, o encontro foi no Parque Villa Lobos, na zona oeste de São Paulo. A ideia era fazer um piquenique e entregar os presentes do amigo secreto inspirado no mês das mulheres. Pela segunda vez, fizemos um Amigo Flores, com o mesmo conceito do amigo secreto, que já conhecemos, mas sendo o presente um buquê ou vaso de flores. Foi divertido perceber que, quase todas, usaram a mesma referência: flores do campo. Foi como trazer as flores de volta à natureza, de volta para casa.

Em meio as comidas e risadas, a leitura do mês ficou esquecida. Isso me lembra de que clubes não foram feitos para serem presos a uma ideia, restritos ao tema que foi escolhido. Clubes são comunidades onde podemos falar abertamente, sem medo, e encontrar pessoas que podem até discordar do teu jeito de ver o mundo, mas irão rir disso junto com você.

O meio literário já foi uma grande comunidade acolhedora e diversa. Hoje, eu vejo muitos grupos formados sem o senso de coletividade, de amizade e de apoio. Houve uma época em que leitores se apoiavam e criavam laços reais, ainda que virtuais, mas as coisas mudaram ao longo do tempo. Tenho a sensação de que a pandemia foi o ponto de ruptura. É claro que, com a ajuda das redes sociais (principalmente o BookTok), o mundo literário ganhou muita visibilidade e ainda cresce. Ao mesmo tempo, as redes estão tornando as relações cada vez mais superficiais e frágeis. Os algoritmos não entregam conteúdos de forma consistente, contas menores e com conteúdo bacana ficam escondidas e o consumismo ficou mais evidente. Ser considerado leitor, exige que você atenda requisitos cada vez mais difíceis de alcançar.

Por isso, encontrar um espaço em que você possa ser quem realmente é e falar sobre coisas de que gosta ainda é muito importante. Os Clubes do Livro estão aqui para isso! Para resgatar o que há muito tempo ficou esquecido e, quem sabe, unir as pessoas novamente e nos fazer enxergar aquilo que os livros estão dispostos a nos ensinar.












Aprendizado da semana: instale prateleiras

mais uma semana comigo


Oi! Como você está?

Por aqui as coisas caminharam sem muita novidade essa semana. Diferente da semana anterior, onde estava motivada a prestar atenção nos mínimos detalhes com o intuito de registrar para a postagem “uma semana comigo” (se você ainda não leu, corre lá), nessa semana eu me senti completamente desmotivada e cansada da rotina. Quase não li, não estudei, fiz o básico no trabalho e fiquei deitada o resto do tempo. Eu fico entre pensar que eu só estou cansada ou que os sintomas da depressão voltaram a me assombrar. Há uma linha tênue entre as duas hipóteses e sinto que qualquer movimento em falso vai me fazer parar do lado errado.

Espero que você nunca precise passar pelo caos que é ser diagnosticado com depressão (e ansiedade), porque tudo passa a girar em torno desse diagnóstico. Parece que você deixa de reconhecer os mínimos sinais de uma vida normal e começa a desconfiar de cada novo progresso. A minha única certeza é saber que as coisas poderiam ser bem piores se não tivesse encontrado a medicação “certa” para mim. Ao mesmo tempo, também sei que os remédios já fizeram a parte deles e estão me mantendo estável o suficiente para que eu encontre a força para fazer a minha parte. Mas será que eu quero me esforçar assim?

Eu fico pensando em onde eu chegaria se a minha mente não pregasse tantas peças constantemente, se eu pudesse confiar nela? Eu seria o que sempre imaginei ou estaria no mesmo lugar? Estaria em uma situação pior? São tantas possibilidades que me paralisam de vez em quando e eu preciso lembrar de manter os pés firmes no presente, no agora.

Já estou divagando demais. Tenho sentido falta de sentar e escrever o que vem na cabeça, mas isso me faz perder o filtro. Acabo falando sobre coisas que pesam o clima, como agora.

Então, mudando de assunto, resolvi limitar meu tempo nas redes sociais de forma mais ativa. No passado, eu tentei impor certo controle a minha mente, deixando que ela decidisse que já tinha extrapolado o tempo que seria considerado “saudável”. Obviamente, funcionou por um tempo, mas logo voltei à estaca zero. Desta vez, decidi criar regras no meu celular para impedir que eu fique mais tempo do que pretendo. Ativei o controle de tempo em todas as redes sociais dentro do próprio aplicativo, para aqueles que possuem essa funcionalidade, e também ativei o controle de tempo através do próprio sistema operacional do celular. O que me coloca com duas etapas de bloqueio para desativar se eu quiser realmente passar do tempo determinado. Pode parecer algo pequeno, mas confesso que já são duas semanas sem ficar rolando o feed no TikTok e no Instagram. Espero que permaneça assim! Mais para frente eu volto para confirmar se houve alguma recaída ou se sigo firme no projeto “vai encontrar um hobby, mulher”.

Essa semana eu instalei uma prateleira no meu quarto. Estava doida para mudar a parede onde fica a cabeceira da minha cama. A parede estava branca, sem graça, sem um penduricalho para chamar de seu. Não sabia o que fazer e estava voltando àquela ideia maluca de que é melhor deixar como está para não estragar ainda mais as coisas — spoiler: outro hábito que estou tentando melhorar por aqui. Foi então que me deu a doida e fui comprar as coisas que precisava. Escolhi a madeira, a mão francesa e os parafusos. Cheguei em casa com a furadeira pronta para começar. Um detalhe é que nunca tinha usado a furadeira antes, mas resolvi fazer mesmo assim. Se desse errado. pensei, tenho a massa corrida em casa, posso fechar o buraco e fingir que nunca aconteceu. E claro, ficou desnivelado. Sem crise. Chamei o namorado da minha irmã e ele terminou de instalar. Uma prateleira deu certo, a outra metade está um pouco torta, mas ainda é possível arrumar. Preciso comprar uns parafusos menores para fixar a prateleira direito e tudo vai ficar do jeito que deveria ter ficado de primeira.

Engraçado é que eu não me senti mal por isso em momento algum. Uns meses atrás eu teria chorado de raiva pela minha completa incompetência em fazer algo direito, mas, desta vez, fiquei feliz em ao menos ter tentado e por ter pedido ajuda quando as coisas começaram a dar errado. Seria essa uma evolução?

Enfim, instalamos a prateleira. Agora, o que colocar nela? Não faço ideia do que colocar. Já olhei as minhas estantes, os armários e nada parece certo o suficiente para colocar lá. Então resolvi começar pelo mais simples: peguei a minha coleção de copos de shows e coloquei nela, junto com dois livros que eu acho a capa linda e fico triste por deixá-los escondidos na estante. Problema resolvido! Quem disse que precisa de muito para ficar como a gente quer. Só isso já me deixou mais feliz. Para completar a “mudança”, instalei três quadros embaixo da prateleira com fotos que remetem ao universo de Harry Potter e um fio de luz led, estilo pisca-pisca, mas sem piscar, rs. Tudo bem simples, mas que já me deixou motivada e alegre. Então, estou aceitando a mudança e agradecendo pela coragem de tentar.

Por vezes, ficamos remoendo as coisas na nossa cabeça dessa mesma forma: “será que eu faço?”, "será que vai dar certo?”, “se eu magoar alguém” e “se eu fizer algo errado?”. Quantas vezes eu deixei de arriscar, de tentar, porque decidi ouvir o medo na minha cabeça. Ao instalar aquela prateleira, eu decidi que pararia de me sabotar e tentaria fazer o que eu realmente quero fazer. Se der errado, a gente conserta. Como diz o ditado que sempre foi muito repetido aqui em casa: “para tudo na vida, tem um jeito. Só não tem jeito para a morte.”. Não espero acertar todas as vezes, mas espero estar pronta para voltar e corrigir os erros cometidos quando necessário e seguir em frente.

Pronto! Já estou divagando novamente, mas, em minha defesa, a quantidade de coisas que passam pela minha cabeça e ficam de fora dessa página é imensamente maior do que as confusões que escrevo. Antes que elas comecem a ensaiar aparecerem por aqui, vou me despedir por ora. Espero trazer outro post para cá logo logo. Estive pensando e quero voltar a trazer assuntos pessoais para o blog. Nos anos anteriores, passei a me dedicar mais à literatura e abandonei o lado pessoal. Isso me deixou triste, porque eu adoro escrever coisas constrangedoras e publicá-las onde todo mundo pode ler — alô, família. Então, é isso! Você verá mais sobre mim, sobre a minha rotina e pensamentos confusos. Em meio a tudo isso, também vou continuar falando sobre as minhas leituras, afinal, também é algo sobre mim.

Até o próximo post! Espero te ver por aqui de novo! 💜

Ah! Fiquem com uma fotinho da prateleira:


mais uma semana comigo-prateleira


As lembranças de alguém que ainda existe


Já faz algum tempo desde a última vez em que me sentei em frente ao computador para escrever. É engraçado como coisas que costumavam ser presentes no meu dia a dia foram minguando, quase desaparecendo. Houve uma época em que eu adorava compartilhar as minhas leituras e alguns pedaços insignificantes da minha vida. Escrever era algo que me trazia conforto quando o fardo parecia grande demais para carregar. Era algo que ninguém poderia tirar de mim.

Mas a vida muda de acordo com decisões que tomamos ou que deixamos que outras pessoas tomem em nosso nome. Às vezes sequer temos escolha e vemos pedaços da nossa história sendo tirados de nós. E o que fazemos quando isso acontece? As variáveis são inúmeras, mas é certo que uma parcela escolha se proteger. Se esconder do mundo. Muitos, assim como eu, escolherão uma vida dentro do pouco que podemos considerar como “zona de conforto”. Como algo que conhecemos e consideramos imutável. Algo que permanecerá ali, independente das escolhas que façamos.

Em meio a essa busca, esquecemos que a vida é cíclica. Não importa o quão quietos consigamos ficar, não importa se optamos por não fazer absolutamente nada e deixamos apenas que o nosso corpo exista em um tempo e espaço... Nada disso mudará o fato de que tudo, tudo, tem um início e um fim. Essa é uma das verdades mais antigas na nossa história e, ainda assim, não compreendemos.

Manter um blog foi algo que me trouxe alegria e, ao mesmo tempo, trouxe a sensação de não ser boa o suficiente. A insegurança em não saber o que estava fazendo, se algum dia seria reconhecida, se eu realmente desejava esse reconhecimento ou se era apenas expectativas alheias, se alguém entenderia o que eu tentava transmitir... Tudo isso, me consumia. Eu vivia me equilibrando entre a certeza e a vontade de desistir.

Foi apenas em 2021 que fui obrigada a perceber o quanto havia deixado de lado, quanto da vida tinha se passado sem me dar conta. Perdi muito mais do que consigo contar. De certa forma, ainda sigo tentando colocar em números as baixas, como se, sem isto, não fosse capaz de seguir em frente. Talvez eu nunca consiga, mas cheguei à conclusão de que está tudo bem. Algumas pessoas chegam ao meio da vida inteiras, sem carregar fardos que não são delas. Enquanto algumas precisam entender, desde muito novas, que o fardo de outras pessoas seguirão conosco até que possamos aprender a deixar ir. Ainda me parece um tanto injusto nascer com um saldo negativo.

Eu ainda não sei aonde essa caminhada irá me levar, se vou chegar ao final do que me cabe aqui e como estarei quando enfim puder descansar. Mas tenho dado um tempo para minha mente. Ela passa dias e dias imaginando as possibilidades que nunca acontecerão, e não posso seguir em frente enquanto não aprender a viver o presente, sem tentar corrigir o passado ou prever o futuro.

Por ora, é tudo o que posso dizer. Não sei se algum dia vou voltar a sentir vontade de me sentar e escrever. Estou tentando levar um dia de cada vez. Apenas queria dizer que tenho boas recordações do que esse espaço já foi um dia. Não apenas essa página como o mundo literário em si. Já fomos versões melhores do que somos hoje, mas o que importa é que não desistimos de seguir em frente, mesmo com pedaços faltando dentro de nós.

Como o meu pé de manjericão tratou de me mostrar: o inverno também floresce.







Uma conversa aleatória e sonhos realizados

Passei tanto tempo olhando a página em branco e, mesmo agora, eu não faço ideia do que quero escrever aqui. Acho que perdi o jeito ou só esteja cansada demais para organizar a minha mente e, simplesmente, escrever. Houve um tempo em que era fácil sentar em frente ao notebook, abrir um arquivo em branco e escrever. Simplesmente escrever. Eu colocava naquele espaço qualquer coisa que viesse a mente e acaba feliz com o resultado. Nos últimos tempos, quando sento para escrever, sinto que a minha mente virou uma imensa página em branco. Não surge uma única frase que me inspire a escrever. Não sei quando me dei conta que já não conseguia mais, mas sei exatamente o momento em que perdi a capacidade de falar sobre as menores coisas do meu dia. Ando precisando, urgentemente, de algo que me instigue a seguir em frente, de olhar para o lado, de sair da minha rotina “casa/tabalho/casa”.

Hoje, senti que queria compartilhar com você alguns momentos que aconteceram nos últimos meses. Por mais difícil que 2023 tenha sido, ele trouxe experiências que lembraram que a vida é feita de pequenas histórias que nos trazem felicidade. Mas sem romantizar demais, quero contar sobre três shows que tive a oportunidade de ir e que, apesar de todo perrengue, foi maravilhoso: foi maravilhoso.

Dia 03/09, depois de uma quase insolação e desidratação, assisti ao show do Bruno Mars no The Town (SP). Foi um dia doido. Cheguei no autódromo de Interlagos as 11h30 da manhã. O portão abriria somente as 14h00, então tive que esperar na fila, embaixo de um calor de mais de 30º C e em meio a milhares de pessoas, sem espaço sequer para sentar no chão. Quando o portão abriu, fui direto para o palco principal, onde o Bruno Mars iria se apresentar e consegui ficar na grade. E aí, meu bem, foi só ladeira abaixo. Era 15h00 e o show aconteceria apenas as 23h00. Distribuíram água para o pessoal da grade, mas as 17h00 toda água do evento já havia acabado (quando digo “toda água”, é toda mesmo! Até as que estavam sendo vendidas). Ter sobrevivido a um calor infernal, foi graças as amizades que fiz e me distraíram durante todo o período de espera. E olha, agradeço a Deus por não ter deixado nada de ruim acontecer naquele dia, porque foi um caos. O evento em si, foi muito mal organizado e a superlotação era a oportunidade perfeita para uma tragédia (e a gente ainda paga por isso!).

Mas como diz o ditado: os humilhados serão exaltados. Chegou a hora do Bruninho subir ao palco e daí em diante foi só alegria. Que show incrível! Mais de 100 mil pessoas cantando junto e aproveitando cada momento. O cara é um artista completo e valeu muito a pena o esforço para estar lá, tão perto. Uma experiência que eu adoraria repetir, mas fora de um festival. Ele prometeu voltar logo, então torço muito para que seja em um show solo (amém!).





Passado o primeiro perrengue, veio o mais aguardado. Aquele pelo qual esperei 15 longos anos: RBD. Se você me acompanha aqui ou nas redes sociais, já deve ter esbarrado em posts que falo sobre eles. O RBD surgiu na minha vida de forma inesperada. Não queria dizer um clichê do tipo “foi quando eu mais precisava”, mas a verdade é essa. Não tenho outra forma de descrever. Acompanhá-los nos anos que estavam na ativa, lá de 2006 a 2008, foi algo que me fez sair da minha zona de conforto. Naquela época, pude ir em apenas um show deles e foi o último que fizeram em São Paulo, com a turnê do Adeus. Vê-los novamente, mesmo que apenas para reviver aqueles momentos, foi maravilhoso!

Depois da saga para conseguir comprar os ingressos (quem já sofreu com a Eventim sabe como foi), consegui assistir a dois shows: 12/11, no estádio do Morumbi, e dia 18/11, no Allianz Parque. Claro, o primeiro show, foi um dia longo de espera. Eu tenho certeza que você ainda não esqueceu a onda de calor que castigou várias lugares em novembro. Estava muito quente! Apesar de distribuírem água para quem estava na fila, depois que entramos no estádio, vi muitas pessoas que estavam próximas passando mal ao ponto de serem socorridas pelos bombeiros. Apesar do sufoco, consegui ficar perto da grade, na pista premium, e pude ver o show de pertinho! Gravei cada pedacinho que pude e cantei até a última música. Foi único!

Já o show do dia 18 teve uma cara especial. Já sabíamos que a Anahí (uma das cantoras do RBD) não estaria no show por motivos de saúde. Então, teve um peso completamente diferente. Mas desta vez, aproveitei o show e me diverti sem a preocupação de registrar cada momento. A chuva também ajudou muito. Na terceira música, a tempestade começou e ajudou a aliviar o calor que tinha feito durante todo o dia. Foi uma experiência diferente, que me rendeu uma gripe, mas que me deixou feliz por não ter perdido aquele dia.

1º Show do RBD






2º Show do RBD







Como balanço desses últimos meses, posso dizer que realizei alguns sonhos e adicionei outros a minha lista, e espero realizá-los em algum momento da vida. Sou imensamente grata por ter o privilégio de poder assistir esses shows. São momentos que irei levar comigo para sempre!

Logo mais, dia 09/12, irei realizar mais um sonho. Sir Paul McCartney está no Brasil e passará por São Paulo com a sua turnê. Não sei nem o que esperar desse dia. Sei que será incrivelmente mágico, como os outros foram e estou aguardando ansiosamente para viver só mais um sonho antes que 2023 acabe.

Eu, que não esperava nada desde ano, até que recebi muita coisa boa!

Algumas mudanças são inevitáveis

Já foram tantas mudanças... Muitas delas eu confesso que foram desnecessárias. Outras eu sequer me lembro de ter acontecido, e a única prova de que existiram são as pequenas pastas no meu computador, pequenas provas que foram se acumulando com o tempo. Aqui, nada se mantém por muito tempo. Nunca tive problema com isso. Pelo menos, não em relação ao blog. Já o mundo fora da internet tem me assustado bastante nos últimos tempos. Mudanças que eu preferiria não enfrentar ou sequer pensar nelas foram jogadas no meio do caminho sem opção para desvio. Por enquanto, sigo tentando atravessá-las sem perder mais do que já se foi.

Com isso, algumas coisas começaram a refletir por aqui. O layout antigo foi criado com muito amor e carinho (assim como tantos outros). Ele refletia uma fase mais leve, mesmo que por trás existissem algumas dificuldades e preocupações. Foi um dos poucos layouts limpos e claros que eu usei por aqui. Eu gostava dele. Ele fez parte de um momento que não consigo trazer de volta. Um momento que eu gostaria muito de trazer de volta. Mas ele já não se encaixava nesse novo contexto. Eu já não consigo encontrar a simplicidade e a clareza que ele carregava. Eu não me enxergava mais nele.

É importante saber reconhecer e aceitar mudanças inevitáveis em nossas vidas. Algumas são mais difíceis do que se adaptar a um novo layout ou uma nova casa. Mas elas não estão em nosso controle, nunca estarão. Portanto, eu me apego ao  que posso controlar, ao que posso mudar sem causar grandes estragos ou grandes dores. O novo layout traz um pouco da bagunça que apareceu por aqui. Traz um pouco da confusão e um pouco dos dias mais pesados. É uma mistura de tudo o que já foi e tudo que me tornei. É um pouco de quem eu sou agora.

Espero que tudo isso faça algum sentido a você. Provavelmente, não. Mas é difícil explicar o que não entendemos. Apenas deixamos que a vida siga como Deus planeja e controlamos aquilo que nos é permitido controlar.

Por ora, é só isso. Espero que você goste da nova aparência do Vento do Leste. Ele está cada vez mais parecido com o significado que o nome carrega. Mas isso é história para um outro post.

Até breve! 

27 Birthdays, 27 new years


Não posso dizer que os anos passaram rápido demais para que eu os notasse. Houve dias que torci para que acabassem logo (ainda espero por isso com frequência), houve anos que foram mais breves, outros mais longos... Mas ainda assim eu me lembro de todos. Não posso dizer que não vi os anos passando. Eu vi e muitas vezes só esperei que eles passassem por mim sem que eu tivesse que agir. E hoje se foi mais um.

Se eu fosse agir como uma daquelas pessoas chamadas de centradas, decididas e até dedicadas, eu poderia fazer um balanço de tudo o que já aconteceu nos últimos anos. Eu poderia listar os meus erros, os (poucos) acertos e coisas que eu tentaria mudar, e quem sabe sonhos a serem alcançados. Mas já faz muito tempo que eu deixei de ser alguém assim. Ou quem sabe eu só não pense mais nisso. E talvez esse pudesse entrar para lista de erros a serem corrigidos.

Com o tempo eu deixei de lado coisas que sempre gostei de fazer, mudei gostos (e não há nada de errado nisso), aprendi muitas coisas e me decepcionei com pessoas que faziam diferença na minha vida. Sinto falta de muito do que eu era, mas também sei que era um tempo diferente, quando as coisas eram mais fáceis e não havia tanta responsabilidade. Não importa. Esses 27 anos me trouxeram até aqui e de nada adianta ficar remoendo o passado em busca de algo a ser corrigido. Ouvi uma vez que devemos sempre olhar para frente, porque é o único caminho que podemos mudar. Portanto, posso dizer que estou feliz por estar aqui, por saber que poucas coisas se mantiveram (e foram somente as que carregam algum valor para mim). Agradeço sempre pela minha família e pelos poucos amigos. Agradeço por sempre ter algo que me lembre de momentos felizes.

E um exemplo disso é a música que acompanha esse post. “27” é uma das canções do meu cantor preferido. Ela é alegre e cheia de significado. Ela me deixa feliz em momentos em que eu não tenho no que me apoiar. Inclusive, não vou deixar esse post passar sem indicar esse cantor maravilhoso para você. Se você não o conhece ainda, aperta o play na playlist no Spotify.

Por ora, é isso. Espero que você esteja bem e se cuidando. Me conta um pouquinho sobre você nos comentários. Até o próximo post!

Bora conversar um pouco?


Faz algum tempo que não posto nada, inclusive nada que seja fora do mundo literário. Algumas playlist até fogem do tema principal, mas nada mais ambicioso do que isso. Mas hoje decidi conversar um pouco com você. Jogar um pouco de conversa fora e tentar clarear as ideias. Então me diz: você está conseguindo lidar com toda essa pressão e ansiedade por conta da pandemia?

Eu não consigo mais manter a minha rotina. O meu ritmo de leitura desandou bastante e os meus projetos pessoais eu já nem me lembro de que eles existem. Alguns dias eu acordo mais disposta a colocar tudo em ordem. Nesses dias eu me animo a continuar com alguns cursos online, me aventuro em algumas coisas que há muito tempo eu quero fazer. Mas nos outros dias é apenas uma mistura de “eu quero fazer” com “eu não sei o que fazer”. Como se eu não conseguisse me decidir por qual tarefa começar.

Os livros já não prendem a minha atenção como antes, mas ainda continuo tentando seguir com a minha meta. Até me arrisquei a começar a ler e-books (o que eu nunca havia feito até então). E não satisfeita, estou lendo três livros ao mesmo tempo (ao menos estou tentando). Sinto como se nada fosse voltar a normalidade.

As redes sociais eu praticamente não abro mais. O Facebook e o Twitter viraram fontes de notícias ruins e brigas partidárias. Para encontrar algo que valha a pena é preciso garimpar em meio a postagens que estão carregadas de energia negativa. Não que eu não queira estar bem informada e consciente do que acontece no mundo lá fora, mas a minha saúde mental já está no vermelho. Em algum momento você precisa reconhecer quando já atingiu o seu limite. Me entupir de informações não vai resolver o problema do mundo. Escolho ler apenas o necessário.

Tento manter o ritmo e não ficar parada o dia todo. Faço as tarefas de casa, ando cozinhando bastante (principalmente porque a minha mãe está com alguns problemas de saúde). Descobri coisas que gosto de cozinhar e coisas que eu não tenho paciência para fazer.

Por fim, fecho a semana assistindo a live do Passenger no Youtube. E acredite, esse homem faz milagres! Nada das grandes produções como muitos artistas (imprudentemente) andam fazendo. Aliás, o que já é o seu padrão. Ele, lindamente, se comprometeu com os fãs a fazer um live por semana. Não teve uma única vez em que terminei de assistir sem me sentir feliz e disposta a fazer tudo o que preciso.

E assim eu tento manter um pouco da minha rotina de antes, tento não parar, não perder o ritmo, ou sei que será impossível sobreviver tanto tempo presa em casa sem saber o que irá acontecer. Tento não me cobrar para ser tão ativa. Não estamos vivendo uma situação comum, não há uma fórmula que te diz como agir em momentos como esse. Por isso, acredito que não há nada de errado em não conseguir ser como as pessoas que estão vivendo como se não fossem afetadas com a crise. Pessoas que continuam ativas, inspiradas e produtivas. Cada um reage de uma forma. O importante é não deixar que isso nos derrube por completo. São dias difíceis, mas que irão passar. E vamos nos manter em pé e fortes até o fim.

Well we’ve got holes, we’ve got holes but we carry on


Hey! Como vocês estão?

As coisas por aqui andam uma loucura. As últimas semanas foram divididas entre o nervosismo e a ansiedade. Os dias foram longos e a inquietação foi enorme. Não havia dia em que eu conseguisse ficar mais de quinze minutos em frente ao computador sem me deixar levar pela emoção. Foram dias difíceis, mas trouxeram uma recompensa enorme.

Sábado foi o segundo show do Passenger no Brasil, mais uma vez em São Paulo! Se você acompanha as playlists que aparecem aqui no blog, já deve ter se deparado com várias músicas dele. Mas se você ainda não o conhece, vou deixar uma playlist especial no final desse post. O Mike Rosenberg, ou Passenger, é um cantor britânico e ficou conhecido mundialmente após o lançamento do single "Let Her Go", atualmente com mais de 2 bilhões no YouTube. #MuchMoreThanLetHerGo



Rapidamente apresentado, então vamos ao motivo deste post... Em março deste ano, fiz um post falando sobre um dos sonhos que havia realizado: conhecer o Passenger. Foi totalmente por acaso que eu acabei descobrindo que ele faria um show no Brasil. Foi um dia incrível. Passei o dia na fila, fiz bons amigos e pude abraçar esse ser humano maravilhoso! Não é por ser fã que digo isso, mas ele é um dos poucos artistas que acompanho que é extremamente gentil e humilde.

Imagina só a minha felicidade quando soube que ele voltaria! As vendas começaram em agosto e desde então vinha controlando a ansiedade e contando os dias para a data marcada. Não só pela felicidade de rever um dos meu ídolos, mas por ter a chance de rever todos os amigos que fiz no primeiro show. Foi uma loucura. Eu amei conhecer cada um naquele dia, mas nunca imaginei que manteríamos contato após aquilo. Nosso grupo se manteve firme e unido. Essa foi uma das poucas surpresas que eu tive em 2019 e vou levá-los para sempre comigo, não tenho nenhuma dúvida quanto a isso!



Mas chegou o dia, marcamos de nos encontrar na fila e mais uma vez estávamos lá, cedinho e montando guarda em frente a bilheteria. O Passenger foi o primeiro artista que me fez passar horas sentada na calçada, debaixo de sol absurdo. Mas, como eu disse, valeu a pena. O Mike chegou para a passagem de som e passou para falar com os fãs que estavam na fila. Mais uma vez, ele abraçou todos, deu autógrafos, tirou fotos com cada um, gravou vídeos e encerrou com uma foto em grupo, chamando os fãs de sua família brasileira. Depois de toda a emoção, só nos restava esperar pela hora do show... E como demorou a passar.

Não sei se consigo descrever a sensação de estar em um show de um artista que é tão importante para você. Acho que vou ficar com o clichê: foi mágico. Aconteceu algo diferente desta vez. Havia cumplicidade, havia carinho, felicidade... Havia muito mais do que poderíamos entender. Ele estava ali por inteiro, assim como todos os fãs. E o resultado foi uma noite que ficará para sempre na nossa memória.

É isso, gente. Deixo um pouquinho da minha felicidade para vocês e logo logo terá resenha nova no blog!

12 livros da Editora Hope para conhecer


Oii, como vocês estão?

Eu não sei vocês, mas eu nunca tive muita sorte com sorteios. Depois de tantos anos acompanhando blogs, o meu saldo de sorteios ganhos é bem pequeno. Ainda assim, sempre participo para apoiar o trabalho de outros blogueiros. Quando me marcaram no sorteio da Editora Hope, eu me inscrevi mais por diversão do que com alguma expectativa de ganhar. Então, imagine só a minha felicidade quando saiu o resultado! Para comemorar o aniversário da editora, um dos prêmios era um ano de livros (12 no total, sendo um para cada mês) para o vencedor. E no finalzinho desta semana chegou a caixa com os livros. ♥

Aproveitando a deixa, resolvi usar um dos presentes que ganhei este ano para fotografar os livros do sorteio e adorei o resultado. É um suporte para livros com tema do Harry Potter e já é um dos melhores presentes que eu ganhei. Ainda não descobri um lugarzinho para colocá-lo, mas ele irá aparecer bastante nas próximas fotos do blog!




Muitos dos livros que vieram na caixa eu ainda não conhecia, mas fiquei bastante feliz por ver nomes de autores nacionais. Não faz muito tempo que eu havia percebido que a minha estante tem poucos livros escritos por brasileiros e tenho procurado alguns livros para adicionar a minha lista de desejados no skoob. Estou muito curiosa para ler esses livros e acho que vou me surpreender bastante com eles.




Os livros que vieram na caixa são: Escritos Diversos, Quando a Noite Cai, Era Outra Vez, A Ilha dos Elementos e O Rio de Hydra (Trilogia dos cinco elementos), Você é Minha (série Dilacerados), Profissão Amante, Mostre-me seu Amor, De repente Casados, Protagonismo Feminino, Inquietudes e Homo Cactus.

Não vou colocar neste post a sinopse de todos por motivos de o post vai ficar bem maior do que já está. Mas depois de ler a sinopse de todos (você pode encontrá-los no site da Editora Hope) me surpreendi com a variedade de livros publicados pela editora.







É isso! Adorei conhecer esses livros e espero conseguir falar sobre cada um aqui no blog em breve! E por aí, como anda a lista de livros desejados de vocês?